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Minha pequena ganhou um blog...Passa lá pra conhecer !!! ;)
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Minha filha Rafaela
Lembrancinhas de Batizado
Ocasião especial, o do batismo é uma data muito importante para todos os católicos, pois, segundo os pertencentes à religião, a cerimônia representa o primeiro sacramento e comunhão com Deus na vida da criança. Por ser uma data muito comovente, é bastante significativa para os pais da criança, que pensam em todos os detalhes relacionados à data, inclusive como vão agradecer aos presentes por dividirem com eles este lindo momento.
Para as mães com mais habilidade com artesanato, uma ótima opção é produzir elas mesmas a lembrancinha de batizado do bebê, que além de sair muito mais em conta, pode-se personalizar do jeito que preferir.
Acompanhe agora este simples passo-a-passo de como confeccionar um lindo mini terço para crianças e encante a todos os convidados do batizado:
Para cada tercinho você vai precisar de:
- 11 continhas no motivo escolhido;
- 13 contas redondas de tamanho bem pequeno;
- 1 crucifixo;
- 1 entremeio do terço;
Passo-a-passo da lembrancinha:
- Corte cerca de 25cm do nylon e prenda uma das pontas na lateral do entremeio. Faça a dezena: coloque no fio uma continha redonda e, em seguida uma conta com o motivo infantil. Repita esse processo até que sejam utilizadas 10 contas motivo e 11 contas redondas;
- Prenda a outra extremidade do fio de nylon no entremeio e corte o que sobrou;
- Corte 15cm do nylon e prenda uma das pontas no crucifixo. Coloque uma conta redonda, uma conta motivo e mais uma redonda;
- Prenda a outra extremidade do fio de nylon no entremeio e corte o que sobrou.
- As embalagens mais delicadas e adequadas para a ocasião são as latinhas mint to be com adesivo personalizado, os saquinhos de organza e as caixinhas de mdf, mas você pode escolher qualquer outro modelo de sua preferência. Antes de entregá-los aos convidados, peça a um padre que abençoe todos os tercinhos antes da cerimônia religiosa; assim eles já vão recebê-los bentos.
conhecendoseubebe
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ZAKY INFANT PILLOW
O Zaky foi projetado para imitar a aparência da mão de um pai e antebraço. Bebês são usados para o conforto quente e proteção do ventre de sua mãe e os Zaky pode ajudar a imitar esse sentimento, pois proporciona um apoio similar. Ele pesa aproximadamente 1,2 quilos, mas você pode mudar o recheio para fornecer tanto ou tão pouco peso em seu bebê.Ele foi originalmente projetado para o conforto, apoio e proteger os bebês prematuros que tinham que ser longe de sua mãe no hospital - mas é um travesseiro ergonômico grande para todas as crianças!Tem sido demonstrado incentivar padrões de sono bom e sólido desenvolvimento, proporcionando uma sensação de proteção. É muito flexível e pode ser posicionado apenas para a direita para ajustar a posição perfeita para seu pequeno - acima, abaixo ou em torno de seu bebê. Colocá-lo no secador por um par de minutos para aquecê-lo e dar-lhe uma sensação mais realista.


mais Informações : http://www.pregnancystore.com/zaky
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Recém-Nascido: 18 cuidados essenciais
foto: Bruna e Samantha
1. Por que o recém-nascido chora tanto?
O bebê chora porque quer alguma coisa. Os motivos variam: fome, fralda suja, frio, calor, posição desconfortável, incômodo, irritação por barulho ou luz, estresse diante da movimentação de adultos e por aí vai. É claro que, às vezes, o cansaço e a falta de sono podem fazê-lo perder a paciência. Mas lembre: essa é a única forma de expressão do pequeno. Se você perceber que está irritada demais, peça ajuda a alguém, tente sentar, respirar fundo e se acalmar. Tudo vai dar certo. Mesmo porque, a partir dos quatro meses, a tendência é que o pequeno chore menos.
2. O que posso fazer para aliviar as cólicas?
A cólica é um fantasma que habita o inconsciente coletivo das mães, já que ela realmente pode tornar a vida dos pais um tanto angustiante nas primeiras semanas de vida da criança. Mas não perca as estribeiras. As cólicas são normais. Fazem parte do amadurecimento natural do sistema digestivo do pequeno. E não adianta medicar ou dar produtos naturais. Isso pode ser até perigoso, causando intoxicações. O melhor remédio é o leite materno. Aquecer a barriga, aconchegar o bebê e deixá-lo na posição fetal também são medidas que ajudam a contornar a situação. Agora, é preciso saber se a cólica é mesmo o motivo da choradeira. A confusão é bastante comum. Choro de cólica é aquele mais intenso, que começa e termina de forma repentina.
3. Posso dar água ou chá para meu bebê?
De preferência, não. O leite materno nutre, hidrata e acalma, suprindo todas as necessidades da criança. Quando a mãe dá chá ou água, o pequeno deixa de tomar o leite materno e ingere quantidades menores de proteínas e calorias necessárias para o seu desenvolvimento. Sem falar que a maioria dos chás contém estimulantes que deixam o bebê agitado. Se forem servidos com açúcar, pior ainda. Os grãos podem fermentar e causar cólicas. Além disso, há o risco da chamada confusão de bicos, que faz com que a criança largue o peito da mãe sem necessidade e adote a mamadeira.
4. Qual o jeito certo de segurá-lo?
É normal: carregar um recém-nascido dá aflição. Até mesmo para a mãe. Afinal, segurar no colo alguém tão pequenino e flexível requer bastante cuidado – mas nada que você não tire de letra nos primeiros dias. Como a musculatura do pescoço é pouco desenvolvida, é preciso apoiar bem a cabeça e as costas do bebê. A melhor maneira de fazer isso é encaixar a cabeça na dobra do cotovelo e as costas no antebraço. Importante: nunca faça movimentos bruscos e preste atenção para não pressionar demais, ou bater, a parte superior da cabeça da criança, também chamada moleira, já que os ossos do crânio ainda não estão totalmente formados.
5. Qual o melhor horário para dar o banho?
Não existe regra. Em geral, as mães preferem dar à noite para acalmar a criança antes do sono, além de contar com a ajuda do marido. Mas o critério é pessoal. Pode ser em qualquer horário. O mais importante é verificar a temperatura da água com a parte sensível do seu braço, ou com o punho. Se estiver morna, coloque o bebê ali sem receio. Não há necessidade de termômetro. Mas, caso queira usá-lo, veja se marca algo entre 36 e 37 ºC. Ao entrar na água, ele chora? Não se culpe por isso. É normal esse tipo de coisa acontecer. Os pequenos se assustam nessa hora por insegurança. Para contornar a situação, enrole-o em uma fralda de pano em posição fetal. Isso lhe trará o conforto e a segurança de que tanto necessita. Depois, vá soltando a criança ao poucos, até ela se acostumar.
6. Em que posição devo colocá-lo para dormir?
De barriga para cima, e sem neura. Os estudos mais recentes mostram isso. Fique tranquila se o leite voltar. Seu pequeno terá reflexos para se defender. Ainda assim, é muito importante só deitá-lo depois de arrotar. Se a criança regurgita demais, é possível usar suportes triangulares para mantê-la deitada de lado, sempre com travesseiro do tipo antissufocamento. Em caso de refluxo, além do acompanhamento médico, procure inclinar a base do berço o máximo que der. Só não passe dos 45 graus.
7. É normal fazer cocô muitas vezes num único dia?
No começo, o bebê evacua a cada mamada. Como ele só se alimenta de leite, é absolutamente normal que as fezes sejam pastosas. Em alguns casos, podem até ser líquidas com gruminhos. Por isso, não precisa se preocupar: ele não está com diarreia. A cor também é bastante característica: amarelo-ouro.
8. Tudo bem se ele ficar muitos dias sem fazer cocô?
O recém-nascido pode ficar até dois dias sem evacuar. Isso não é comum, principalmente em crianças que mamam no peito, mas pode acontecer. Uma dica é estimular o ânus do bebê com uma gaze enrolada no dedo. Em geral, só de tocar superficialmente a região, o pequeno já consegue fazer cocô. Se o problema persistir, procure um pediatra.
9. O bebê precisa arrotar toda vez que mama?
Ele não precisa necessariamente arrotar, mas o ritual do colo é fundamental e tem de ser repetido depois de cada mamada. Deixe a criança em posição vertical deitada de barriga sobre seu tórax e dê tapinhas muito sutis nas costas. Ela deve arrotar logo. Agora, se não ouvir a eructação (sim, esse é o nome) após 15 minutos, pode deitá-la sem medo. O arroto é importante porque o bebê engole ar enquanto suga o leite e precisa colocá-lo para fora. Caso contrário, vai ficar incomodado e até regurgitar.
10. Posso sair pra passear com ele?
Sim, desde que siga algumas regras básicas. A primeira delas, muitas vezes esquecida, é colocar a criança sempre na cadeirinha própria para transporte em automóveis. Outra: fuja de locais fechados e aglomerações, mesmo que seja na casa dos avôs. Um simples resfriado pode ter consequências mais sérias em um recém-nascido. O frio e o vento também podem ser bastante nocivos para o bebê. Procure agasalhar principalmente a cabeça dele. Mas sem exageros. Calor demais faz mal.
11. Será que ele está com frio? Devo caprichar nos agasalhos?
O excesso de roupa pode causar até febre ou desidratação no bebê. Fique atenta a isso. A sensação de frio do recém-nascido não é muita diferente da sua. Enrolá-lo em duas cobertas numa tarde quente de primavera seria uma decisão errada. Se a temperatura for de 30 °C, pode deixá-lo com uma camiseta de manga curta e tecido fino.
12. As visitas podem carregar o bebê?
Podem, mas nada de beijo. Exija também que todos lavem as mãos. E gente espirrando nem deve passar perto do pequeno – o melhor é aparecer outro dia. É que nessa fase as defesas das crianças, principalmente contra os famigerados vírus, ainda estão em desenvolvimento. Outra coisa importante: não permita tumultos em casa ou a peregrinação de colos. Tanto você como o bebê precisam de tranquilidade. Aliás, as visitas devem permanecer na sala e não no quarto do bebê. Se alguém insistir em vê-lo dormindo no berço, permita apenas uma pessoa por vez. A presença de muitas pessoas pode estressá-lo.
13. Preciso acordá-lo de três em três horas para mamar?
Quem decide a hora de mamar é a criança. Dê o peito a ela sempre que quiser. Em geral, isso deve acontecer sete ou oito vezes ao dia, o que significa uma mamada a cada três horas. Mas podem ser dez ou seis, e tudo bem! Não existe regra. Agora, se você tem um filhote muito dorminhoco, uma dica é aproveitar as trocas de fralda, que devem acontecer a cada quatro horas no máximo, para oferecer o peito.
14. Será que ele tem refluxo?
O refluxo é a exceção, e não a regra. Ele só se caracteriza quando a criança perde peso mesmo mamando. Daí a importância do acompanhamento médico. Mas a regurgitação é normal. É um fenômeno que acontece por causa da imaturidade da válvula que controla a passagem do leite no esôfago. Ou, então, porque o bebê mamou mais leite do que seu estômago comporta. Seja como for, não se desespere cada vez que o líquido voltar. Procure apenas fazê-lo arrotar após as mamadas e, se ele é desses que expelem golfadas em forma de jatos, procure inclinar a base do berço.
O refluxo é a exceção, e não a regra. Ele só se caracteriza quando a criança perde peso mesmo mamando. Daí a importância do acompanhamento médico. Mas a regurgitação é normal. É um fenômeno que acontece por causa da imaturidade da válvula que controla a passagem do leite no esôfago. Ou, então, porque o bebê mamou mais leite do que seu estômago comporta. Seja como for, não se desespere cada vez que o líquido voltar. Procure apenas fazê-lo arrotar após as mamadas e, se ele é desses que expelem golfadas em forma de jatos, procure inclinar a base do berço.
15. E se meu leite for fraco?
Não existe leite fraco ou forte. A mãe produz todos os nutrientes necessários para seu filho. O que acontece é que a composição do líquido varia. Assim, as quantidades de proteínas e gorduras mudam de uma mamada para outra ou até durante uma mesma mamada. Por isso, é fundamental que o pequeno esvazie os dois peitos por completo – e que você esteja a postos para oferecê-los sempre que ele quiser. Além de ter a certeza de que a criança está bem nutrida, isso vai ajudar você a voltar à forma mais rapidamente. É que o hormônio responsável pela reposição de leite é o mesmo que estimula a contração do abdômen.
16. O que faço para o bebê conseguir mamar?
Amamentar é uma tarefa que exige orientação. Não ache que você vai conseguir dar o peito com facilidade para seu primeiro filho sem receber alguma instrução. Nessa hora, avós, enfermeiras e até médicos se tornam tutores. No passado, a mulher recebia todas as referências em casa. Hoje em dia, as famílias estão mais dispersas e menos participantes. Por isso, fique alerta. Existem técnicas para tornar os mamilos mais propensos à amamentação, inclusive para evitar rachaduras. Agora, se o bebê demorar para pegar o peito e começar a chorar, não se desespere. E, principalmente, não desista do aleitamento. Vale a pena ter paciência e insistir.
Amamentar é uma tarefa que exige orientação. Não ache que você vai conseguir dar o peito com facilidade para seu primeiro filho sem receber alguma instrução. Nessa hora, avós, enfermeiras e até médicos se tornam tutores. No passado, a mulher recebia todas as referências em casa. Hoje em dia, as famílias estão mais dispersas e menos participantes. Por isso, fique alerta. Existem técnicas para tornar os mamilos mais propensos à amamentação, inclusive para evitar rachaduras. Agora, se o bebê demorar para pegar o peito e começar a chorar, não se desespere. E, principalmente, não desista do aleitamento. Vale a pena ter paciência e insistir.
17. Posso mexer no umbigo do meu filho?
Não só pode como deve. Ignore qualquer um que fale o contrário. Com o tempo, essa cartilagem vai secar e cair. Mas é preciso limpá-la para evitar contaminações. E isso não causa dor na criança. Portanto, faça o curativo sempre, de preferência após o banho. Sair sangue também é comum, não se preocupe. Use cotonete com álcool 70%, contornando o umbigo com delicadeza e sempre em um único sentido – no sentido horário, por exemplo. Ele vai cair entre sete e 14 dias.
Não só pode como deve. Ignore qualquer um que fale o contrário. Com o tempo, essa cartilagem vai secar e cair. Mas é preciso limpá-la para evitar contaminações. E isso não causa dor na criança. Portanto, faça o curativo sempre, de preferência após o banho. Sair sangue também é comum, não se preocupe. Use cotonete com álcool 70%, contornando o umbigo com delicadeza e sempre em um único sentido – no sentido horário, por exemplo. Ele vai cair entre sete e 14 dias.
18. Posso comer qualquer coisa ao amamentar?
O ideal é seguir uma dieta saudável, rica em frutas, legumes, verduras e grãos integrais. Água também é muito importante. Procure beber de 1 litro e meio a 2 litros além do que você já consome – tenha sempre uma garrafinha por perto e tome mesmo sem ter vontade. A água é essencial para a formação do leite. Temperos mais fortes, como alho e pimenta, são contraindicados. Eles alteram o gosto do leite e isso pode ter reflexos na amamentação. Chocolate, café, erva-mate e outros alimentos do gênero também devem ser evitados. A cafeína agita a criança e atrapalha o sono. Por fim, evite exagerar no leite de vaca, que pode induzir a uma intolerância da criança à proteína desse alimento.
O ideal é seguir uma dieta saudável, rica em frutas, legumes, verduras e grãos integrais. Água também é muito importante. Procure beber de 1 litro e meio a 2 litros além do que você já consome – tenha sempre uma garrafinha por perto e tome mesmo sem ter vontade. A água é essencial para a formação do leite. Temperos mais fortes, como alho e pimenta, são contraindicados. Eles alteram o gosto do leite e isso pode ter reflexos na amamentação. Chocolate, café, erva-mate e outros alimentos do gênero também devem ser evitados. A cafeína agita a criança e atrapalha o sono. Por fim, evite exagerar no leite de vaca, que pode induzir a uma intolerância da criança à proteína desse alimento.
Fontes:
Paulo de Jesus Hartmann Nader, presidente nacional do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), e Mario Cícero Falcão, médico encarregado da Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal do Instituto da Criança da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Paulo de Jesus Hartmann Nader, presidente nacional do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), e Mario Cícero Falcão, médico encarregado da Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal do Instituto da Criança da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
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Tecnologia ajuda traduzir choro dos bebês (((Será mesmo?)))
O designer Hansook Lee, teve a brilhante idéia de criar a solução para os futuros papais e mamães terem uma boa noite de sono. A solução é apenas uma pulseira que através de um sensor analisa o choro da criança e informa ao responsável o motivo do desconforto, sendo dividida em seis desconfortos: sono, fome, fralda, tédio, doença ou estresse.
O modo de usar é bastante fácil, o responsável fica com a pulseira e coloca um sensor que vem acompanhado no travesseiro do bebê, assim quando ele chorar o fato será representado na pulseira com um dos seis desconforto. O designer ainda não sabe quando será iniciada as vendas nem o valor.

Fonte:Fayerwayer
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Qual é o significado do choro do seu bebê?
foto: Rafaela -- 03 meses
O desespero e a angústia passam a conviver com a mamãe que acaba de chegar da maternidade e descobre que chorar é o que seu pequeno mais sabe fazer. As dúvidas aparecem: o que ele tem? O que eu faço? Por que não pára de chorar?
Calma, mamãe, os primeiros dias são difíceis, você e o seu bebê estão se conhecendo. Mas a convivência fará você descobrir que o bebê chora de diferentes jeitos, que cada choro tem o seu significado e qual a maneira de satisfazer suas necessidades.
A primeira forma de comunicação do bebê com o mundo é o choro. É a forma mais poderosa e eficaz de conseguir chamar a atenção dos outros para o que está sentindo. O bebê chora não somente porque está com fome ou dor, chora para demonstrar que algo o incomoda.
Decifrar o choro do bebê é um desafio que mistura intuição, conhecimento e muita percepção da mamãe. Tranqüilidade é essencial. Se a mãe ficar desesperada com o choro, o bebê sentirá isso e ficará mais tenso.
Muitas vezes uma atitude tranqüilizadora como pegá-lo no colo ou conversar acalmará o bebê que pode simplesmente querer sentir-se protegido e amado.
Tenha em mente que cada bebê reage de um jeito. Não é porque o filho da sua amiga chora de forma estridente quando está com fome que seu filho necessariamente chorará da mesma forma.
Quando o choro começar, a mamãe deve pensar em quais são as necessidades do seu bebê. Fome, cólica, estar sujo ou molhado, roupa desconfortável, sono, cansaço, frio ou calor e excesso de estímulo normalmente são as opções mais prováveis do choro.
Se todos os aspectos físicos foram verificados, desconforto emocional como falta de atenção e insegurança podem ser os motivos.
Existem dicas para traduzir os tipos de choro. Lembre-se: as crianças não são iguais, portanto, o choro varia de um para o outro.
Fome: gemidos semelhantes a um apelo que não cessam com carinhos somente quando estiver satisfeito.
Dor: grito agudo seguido de um pequeno intervalo.
Fralda suja ou roupa desconfortável: choro fraquinho e estridente.
Cólica: choro agudo e intenso, normalmente leva a criança a esticar e encolher as perninhas, tremer o queixo e fazer cara de dor.
Frio ou calor: é um choro copioso de desconforto.
Excesso de estímulo ou irritação: é um choro meloso que ocorre ao fim de um dia movimentado.
Sono: criança agitada e com choro nervoso.
Emocional: choro geralmente é acompanhado de soluços, como se o pequeno estivesse meio "engasgado" de raiva ou brabeza.
Elimine cada opção até chegar em uma que acalme seu bebê. Se o choro persistir, o bebê pode estar com febre ou com alguma dor. Não ofereça remédios sem orientação médica. Procure o pediatra do seu filho e com ele descubra o que o pequeno tem.
Dicas
0 a 3 meses – é um período que a criança tem muitas cólicas. Para evitá-las, faça massagens na barriga do seu bebê e mexa suas perninhas (bicicleta) de duas a três vezes ao dia e não somente nos períodos e cólicas.
3 a 6 meses – continue somente com leite materno, além de satisfazer a necessidade de sucção de seu bebê, não sobrecarregará o seu rim e intestino com nutrientes pesados contidos em outros tipos de alimentos, evitando assim desconfortos.
6 a 12 meses – Criança não sabe o que é manha ou birra até os 12 meses. Por isso, se a criança chorar, atenda e verifique as causas do choro.
Bruno Rodrigues
Calma, mamãe, os primeiros dias são difíceis, você e o seu bebê estão se conhecendo. Mas a convivência fará você descobrir que o bebê chora de diferentes jeitos, que cada choro tem o seu significado e qual a maneira de satisfazer suas necessidades.
A primeira forma de comunicação do bebê com o mundo é o choro. É a forma mais poderosa e eficaz de conseguir chamar a atenção dos outros para o que está sentindo. O bebê chora não somente porque está com fome ou dor, chora para demonstrar que algo o incomoda.
Decifrar o choro do bebê é um desafio que mistura intuição, conhecimento e muita percepção da mamãe. Tranqüilidade é essencial. Se a mãe ficar desesperada com o choro, o bebê sentirá isso e ficará mais tenso.
Muitas vezes uma atitude tranqüilizadora como pegá-lo no colo ou conversar acalmará o bebê que pode simplesmente querer sentir-se protegido e amado.
Tenha em mente que cada bebê reage de um jeito. Não é porque o filho da sua amiga chora de forma estridente quando está com fome que seu filho necessariamente chorará da mesma forma.
Quando o choro começar, a mamãe deve pensar em quais são as necessidades do seu bebê. Fome, cólica, estar sujo ou molhado, roupa desconfortável, sono, cansaço, frio ou calor e excesso de estímulo normalmente são as opções mais prováveis do choro.
Se todos os aspectos físicos foram verificados, desconforto emocional como falta de atenção e insegurança podem ser os motivos.
Existem dicas para traduzir os tipos de choro. Lembre-se: as crianças não são iguais, portanto, o choro varia de um para o outro.
Fome: gemidos semelhantes a um apelo que não cessam com carinhos somente quando estiver satisfeito.
Dor: grito agudo seguido de um pequeno intervalo.
Fralda suja ou roupa desconfortável: choro fraquinho e estridente.
Cólica: choro agudo e intenso, normalmente leva a criança a esticar e encolher as perninhas, tremer o queixo e fazer cara de dor.
Frio ou calor: é um choro copioso de desconforto.
Excesso de estímulo ou irritação: é um choro meloso que ocorre ao fim de um dia movimentado.
Sono: criança agitada e com choro nervoso.
Emocional: choro geralmente é acompanhado de soluços, como se o pequeno estivesse meio "engasgado" de raiva ou brabeza.
Elimine cada opção até chegar em uma que acalme seu bebê. Se o choro persistir, o bebê pode estar com febre ou com alguma dor. Não ofereça remédios sem orientação médica. Procure o pediatra do seu filho e com ele descubra o que o pequeno tem.
Dicas
0 a 3 meses – é um período que a criança tem muitas cólicas. Para evitá-las, faça massagens na barriga do seu bebê e mexa suas perninhas (bicicleta) de duas a três vezes ao dia e não somente nos períodos e cólicas.
3 a 6 meses – continue somente com leite materno, além de satisfazer a necessidade de sucção de seu bebê, não sobrecarregará o seu rim e intestino com nutrientes pesados contidos em outros tipos de alimentos, evitando assim desconfortos.
6 a 12 meses – Criança não sabe o que é manha ou birra até os 12 meses. Por isso, se a criança chorar, atenda e verifique as causas do choro.
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Delícia de Lencinhos Umedecidos -
Uso e Recomendo...
Perfumado, super Macio,
Sem Àlcool com Aloe Vera
limpa tratando a pele delicada de nossos bebês, sem dizer que você também pode usar...
O preço super acessível... pra quem tem bebê em casa usa-se muito, e o preço tem que ser levado em conta -
Preço e qualidade aqui andam juntos!
Gostei e o que eu gosto eu compartilho ;)
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Tosse noturna - Pomada Vick VapoRub
A Rafaela está com uma tosse que "judia" bastante e só começa quando ela dorme...
Descobri uma santa pomadinha para acalmar as crises...

basta passar um pouquinho na sola do pé, calçar as meias...e logo acalma!
Muito bom - Uso e Recomendo!
Descobri uma santa pomadinha para acalmar as crises...
basta passar um pouquinho na sola do pé, calçar as meias...e logo acalma!
Muito bom - Uso e Recomendo!
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Remédio Caseiro,
Uso e Recomendo
Prepare a mala de maternidade e o enxoval de bebê
Ao passar do sexto mês de gestação, é hora de fazer as malas para uma das viagens mais transformadoras da vida: a sua até a maternidade. Muito antes disso, logo ao receber o resultado do teste positivo, começa a aventura do enxoval do bebê.
Para ajudá-la nestas tarefas, conversamos com Karol Lourenço e Chris Francini, consultoras especializadas em moda gestante, e montamos as listas do que é preciso levar para a maternidade – tanto para a mamãe quanto para o bebê – e do que é necessário ter em casa para os primeiros meses de vida do seu filho.
Dicas para montar o enxoval do bebê
- Monte o enxoval levando em conta a estação do ano em que ele vai nascer: no verão, priorize bodies e macacõezinhos leves; para o inverno, touquinhas, mantas e sapatinhos de lã.
- Lave com sabão neutro e sem amaciante todas as roupinhas. Passe todas a ferro, ou seque-as no sol, para evitar fungos.
- Não se preocupe em montar o guarda-roupas definitivo do bebê: nos primeiros meses, ele cresce muito rápido e o melhor é ir comprando roupas aos poucos para não perdê-las antes do uso.
- Um mês antes da data estimada para o parto, cheque todos os itens e providencie o que estiver faltando.
Dicas para fazer sua mala de maternidade- Camisolas e pijamas devem ter abertura para amamentação.
- Não se esqueça das lembrancinhas e do enfeite de porta, se você planeja tê-los no quarto.
- Fotos serão inevitáveis. Se você é vaidosa, leve maquiagem.
- Uma lista com os nomes e contatos das pessoas a serem avisadas do nascimento pode facilitar bastante passar a notícia.
Dicas para fazer a mala do bebê
- Não se esqueça de tirar etiquetas e alfinetes que possam machucar o bebê.
- Lave as roupinhas previamente, com sabão neutro e sem usar amaciante.
- Você pode separar mudas de roupinhas completas em envelopes, facilitando a hora de trocar o bebê.
- Prefira roupas de tecidos orgânicos ou 100% algodão. Fique atenta aos botões e aberturas, para facilitar as trocas.
- Cheque com o hospital a necessidade de itens específicos.
Yuri Ikeda - IG
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Cia das mães

A companhia das mães é uma empresa de fomento à maternidade ativa e ao empreendedorismo materno que desenvolve um portal de compras, conteúdo e interatividade para gestantes e mães de crianças de 0 a 6 anos.
Confira: http://www.ciadasmaes.com.br/site_/#
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Momentos dicas e curiosidades
Roupas Ecologicamente corretas para bebês
Tudo ecologicamente correto está na moda. Ainda bem! Mais uma novidade agora para bebês de até um ano de idade (nhooowwn) chega ao Brasil. A marca inglesa Natures Purest, especializada em enxovais e peças para babies abre a primeira loja em São Paulo, no Shopping Higienópolis. A marca só usa matérias especiais, como o algodão orgânico colorido naturalmente. As mamães podem ficar tranquilas que as roupas são seguras, contra alergias ou irritações.
Além das roupinhas fofas e corretas (o design é lindo, com orelhinhas de coelho, por exemplo, e acabamento de primeira), a marca também tem roupa de cama, banho e alguns brinquedos, todos elaborados com o algodão orgânico, supermacio. Todas as embalagens seguem o princípio da sustentabilidade e são feitas de material reciclado. A recomendação é que elas sejam reutilizadas para guardar objetos do bebê.
Cinco linhas divididas por temas faz a coleção de estreia no Brasil: Pure Love, Sleepy Safari, Hug Me, Natures Knits, Basics e Tiny Toes. São macacões, cardigans, bodies, toalhas de banho, roupas de cama e mantas de tricô tecidas com fibra de bambu. Destaque para os sapatinhos que protegem os pés dos pequenos que ainda não andam, mas que já conseguem engatinhar. Feitos em algodão orgânico, calçam pequenos na numeração 13 a 18.
A Natures Purest começou há 18 anos, quando a designer inglesa Jane Albon engravidou de sua primeira filha e não encontrou no mercado roupas especiais como gostaria.Com 14 anos de experiência no desenvolvimento de produtos para grandes redes varejistas do reino Unido, a neomamãe criou a marca ecologicamente correta, que atualmente está presente em 20 países, como Japão, Portugal, Hong Kong, Austrália, França e Espanha. Três sócios brasileiros se uniram para trazer a marca ao país, o casal Valéria e Marco Navarro e seu irmão, o arquiteto Luís Navarro, responsável pelo projeto da loja feito com madeira certificada.
Por que a marca é especial?
O algodão utilizado é produzido sem fertilizantes, pesticidas, metais pesados ou produtos químicos, como corantes ou alvejantes, e é encontrado nas cores bege, verde e marrom, sem adição de corantes ou pigmentos, ou seja, não há geração de lixo ambiental. Todo o processo é fiscalizado pela GOTS (Global Organic Textile Standard).
Veja algumas peças da Natures Purest
Natures Purest
Além das roupinhas fofas e corretas (o design é lindo, com orelhinhas de coelho, por exemplo, e acabamento de primeira), a marca também tem roupa de cama, banho e alguns brinquedos, todos elaborados com o algodão orgânico, supermacio. Todas as embalagens seguem o princípio da sustentabilidade e são feitas de material reciclado. A recomendação é que elas sejam reutilizadas para guardar objetos do bebê.
Cinco linhas divididas por temas faz a coleção de estreia no Brasil: Pure Love, Sleepy Safari, Hug Me, Natures Knits, Basics e Tiny Toes. São macacões, cardigans, bodies, toalhas de banho, roupas de cama e mantas de tricô tecidas com fibra de bambu. Destaque para os sapatinhos que protegem os pés dos pequenos que ainda não andam, mas que já conseguem engatinhar. Feitos em algodão orgânico, calçam pequenos na numeração 13 a 18.
A Natures Purest começou há 18 anos, quando a designer inglesa Jane Albon engravidou de sua primeira filha e não encontrou no mercado roupas especiais como gostaria.Com 14 anos de experiência no desenvolvimento de produtos para grandes redes varejistas do reino Unido, a neomamãe criou a marca ecologicamente correta, que atualmente está presente em 20 países, como Japão, Portugal, Hong Kong, Austrália, França e Espanha. Três sócios brasileiros se uniram para trazer a marca ao país, o casal Valéria e Marco Navarro e seu irmão, o arquiteto Luís Navarro, responsável pelo projeto da loja feito com madeira certificada.
Por que a marca é especial?
O algodão utilizado é produzido sem fertilizantes, pesticidas, metais pesados ou produtos químicos, como corantes ou alvejantes, e é encontrado nas cores bege, verde e marrom, sem adição de corantes ou pigmentos, ou seja, não há geração de lixo ambiental. Todo o processo é fiscalizado pela GOTS (Global Organic Textile Standard).
Veja algumas peças da Natures Purest
Macacão com gorro: R$178,00. Conjunto calça
+ blusa de manga longa (masc.): R$108,00.
Casaco com capuz: R$ 148,00
+ blusa de manga longa (masc.): R$108,00.
Casaco com capuz: R$ 148,00
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O tempo certo para a retirada das fraldas

Um método para a retirada das fraldas dos bebês, difundido nos EUA, começa a ser debatido por aqui. Trata-se do “elimination comunication” (comunicação da eliminação, em inglês), e que consiste na observação dos sinais e sons que o bebê emite sempre que sente vontade de fazer suas necessidades.
Baseado nestes sinais, os pais conduzem o bebê (de meses) para um peniquinho para que ele faça as suas necessidades e assim se condicione a não mais fazer nas fraldas.
Embora nos EUA já até exista uma organização não governamental chamada Diaper Free Baby (Bebê livre de fralda, em inglês) que auxilia os pais na técnica, eu a questiono bastante e explico o motivo.
Além de ser pouco viável e prática nos dias de hoje para a execução dos pais, as crianças só começam a ter um controle neurológico de suas necessidades a partir dos 18 meses. Desta forma, esta antecipação da retirada da fralda por condicionamento tem pouca chance de dar resultado, além de poder, pela frustração dos pais frente a um provável insucesso, provocar uma obstipação de origem psicológica. Pela lógica, não são os pais que condicionam a criança, mas o bebê que condiciona os pais a levá-lo ao vaso sanitário sempre que quiser fazer cocô ou xixi.
Outro ponto importante está relacionado ao próprio afeto e cuidado com os pequenos. Tudo na fase de uma pessoa tem um momento e hora certa para acontecer, especialmente na infância. A prática dessa técnica faria com que a criança pulasse uma fase da vida, além de perder esse momento de afeto e contato próximo com os pais que é proporcionado no momento da troca da fralda.
Por Dr. Sylvio Renan
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Diabetes Infantil
Você sabia que criança também tem diabetes? A doença é associada à velhice quando, na verdade, estudos confirmam que cerca de 500 mil crianças e adolescentes estão sofrendo com o problema em todo o mundo.
O diabetes é uma alteração na produção do hormônio insulina. O hormônio é produzido pelo pâncreas e é responsável por transformar o açúcar (glicose) em energia para o funcionamento do corpo. Quando a pessoa sofre de diabetes, o pâncreas produz pouca insulina fazendo com que o açúcar fique acumulado no sangue.
A doença provoca alguns sintomas no paciente, entre elas, a sede e fome excessiva, emagrecimento, sonolência, fraqueza, tontura, formigamento, aumento de vezes que se urina, entre outros.
A longo prazo, a doença pode causar perda de visão, derrame, infarto, hipertensão, impotência sexual, doenças pulmonares e insuficiência renal. Por isso é importante diagnosticar logo no início e fazer o monitoramente constante.
Anállia
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Momentos Saúde
Eu quero uma dessa para a Rafaela ;)
A Hello Kitty é um exemplo de personagem que nunca sai de moda. De tudo já foi inventado com a famosa gatinha sem boca japonesa e sempre surge algum objeto novo como a Hello Kitty para ser degustada ou as águas de luxo da amada bichana.
Desta vez foram as calças de tricô que ganharam as feições da Hello Kitty, nem os bigodes da gatinha foram esquecidos. Estas calças estão à venda na Etsy por 5 Euros, além dos custos com o frete. Mas você não precisa desembolsar essa grana para que sua filha tenha uma calça dessas. Tenho certeza de que você conhece alguém que sabe tricotar, quem sabe você mesma (que tal fazer e vender, já que o friozinho está chegando), ou a sua mãe, a sua avó ou mesmo a vizinha tricoteira profissional que, provavelmente, irá cobrar mais barato.
Dica: Se seu bebê for menino, basta escolher lãs azuis ao invés de rosa, fazer outro motivo no lugar da flor - como uma pipa, por exemplo - e não fazer o lacinho. A ideia também serve para fazer um casaquinho de tricô para bebê com a Hello Kitty nas costas.
das marias
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Estudo indica que filhos de mulheres com mais de 40 são mais saudáveis
“Mãe é tudo igual. Só muda de endereço”. Isso pode mesmo ser verdade, mas, de acordo com uma pesquisa britânica realizada com 38 mil crianças, no Instituto da Saúde da Criança da University College London, as mulheres que se tornam mães depois dos 40 anos são ainda mais cuidadosas que as mais jovens e, por conta disso, seus filhos são mais saudáveis.
Os pesquisadores levaram em consideração o número de acidentes sofridos e de vezes que foram internadas em hospitais, Índice de Massa Corporal (IMC) e vacinação. O resultado obtido – que independe da classe social da mãe - foi de que, até os 5 anos, os filhos de mulheres com mais de 40 tendem a ser mais saudáveis, pois sofrem menos acidentes, são internados menos vezes e com doenças menos graves e ainda tem todas as vacinas em dia. O único ponto negativo observado foi que essas crianças ganham peso com facilidade, o que seria influência do IMC das mães dessa idade, acreditam os pesquisadores.
Renato Martins Santana, obstetra do Setor de Medicina Fetal da UNIFESP, afirma que as mães de 40 anos costumam colaborar bastante desde o início da gravidez, realizando todos os exames, comendo corretamente e seguindo todas as orientações à risca. “As mulheres mais velhas estão mais preocupadas com a saúde delas e do bebê, por isso, sempre se policiam e se cuidam mais que o normal”, afirma. Outra vantagem de ter um filho nessa idade, para o especialista, é a maturidade. Por outro lado, ele reforça, como já é sabido, que a gravidez aos 40 implica cuidados mais rigorosos, pois há mais chances de a mãe ter doenças que podem causar riscos para ela e o bebê, como pressão alta ou diabetes.
revista crescer
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Engatinhar: uma conquista do bebê
foto: Rafaela
Perigos de acidente, chão "sujo" com possibilidade de contágio de doenças, somado à maior demanda de atenção dos pais, vovós ou babás. Isso tudo está fazendo com que o engatinhar fique para trás. As crianças de hoje estão engatinhando menos do que as crianças de antigamente. O que é um retrocesso.
E para aumentar essa estatística nada boa, existem hoje no mercado várias cadeirinhas, cadeirões, chiqueirinhos, bebê conforto e carrinhos que deixam as crianças sentadas, enquanto os pais podem fazer o que quiser, pois o pimpolho estará lá, sempre sentadinho.
Agora o problema: Sally Blythe, especialista em desenvolvimento infantil, coordenou um estudo em que relacionou a falta de engatinhar com dificuldades em aprender a ler e escrever.
A especialista estudou 70 crianças de 8 a 10 anos divididas em dois grupos, um com crianças apresentando dificuldades na leitura e escrita, e o outro sem queixas no aprendizado.
Ao fim do estudo, percebeu uma diferença significativa: as crianças que não engatinharam ou engatinharam menos também andaram mais tarde e eram as crianças do grupo que apresentavam dificuldades no aprendizado.
Mas qual relação entre engatinhar e aprender outras questões necessárias? De uma maneira sucinta, o engatinhar representa um marco no desenvolvimento da criança e é um exercício motor importante.
A tentativa de “balançar o esqueleto”, mesmo que desordenadamente, estimula a coordenação visual para os movimentos que mais tarde a criança vai usar para ler e escrever, explica Sally.
Deixe o bebê “se virar” - Engatinhando a criança desloca os olhos similarmente ao momento de leitura e escrita. Dessa forma, o bebê é estimulado a construir novas ligações neurológicas envolvidas nessas funções, ajudando mais tarde na escola.
O uso excessivo dos artigos modernos que auxiliam os pais a tomar conta dos bebês são um dos vilões do engatinhar. Eles deixam a criança sentadinha impedindo que se movimentem e brinquem livremente com o corpo.
No chão, a criança aumenta o seu campo de visão e o seu equilíbrio, sendo mais fácil descobrir o mundo. Aprende a ter noção de espaço e distância. É uma ação ativa e não passiva como as crianças que ficam nas cadeirinhas. Além de tudo, ajuda alinhar a coluna, preparando a criança para ficar em pé e andar.
Precisamos saber também que o não engatinhar não é fator determinante para que a criança tenha dificuldades na escola. "Alguns bebês que não engatinharam acabam não tendo problemas, enquanto alguns que engatinharam poderão apresentar dificuldades", afirma a especialista.
Dicas
Pense na seguinte situação: seu bebê está em uma cadeirinha de rodinha e deixa cair um brinquedo no chão. Ele não terá a mínima chance de pegar o objeto, pois está preso. Ficará totalmente dependente, à espera de alguém para pegar o brinquedo. Péssimo para quem está na fase de descobrimento da vida e aprendizado.
Deixe brinquedos de diferentes cores, texturas e materiais no chão ao lado do seu bebê para que descubra as diferenças.
Não se preocupe se seu bebê não engatinhar. Cada bebê se desenvolve de maneiras diferentes e muitos não passam pela fase do engatinhar, mas precisamos estimulá-los.
guia do bebê
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Criando bebês felizes

Renomado psicólogo explica porque os primeiros anos de vida definem toda a sorte e a felicidade de uma pessoa.
Qual a maior herança que podemos deixar aos filhos? Educação, sim, mas sobretudo amor. Amor em todos os sentidos.
Deixar o filho recém-nascido num berçário, creche ou escola maternal é um costume comum para quem vive em médias e grandes cidades, mas essa necessidade do mundo moderno, feita sem a devida preparação, pode provocar problemas por toda a vida de uma pessoa, afirma o psicólogo australiano Steve Biddulph, em sua obra Criando bebês felizes.
Este período está diretamente relacionado com o equilíbrio físico, social e emocional de uma criança até a fase adulta. Nos primeiros anos de vida a noção de autoconfiança se estabelece e há o desenvolvimento do cérebro e das atividades cognitivas, que tornam uma criança capaz de discernir entre o certo e o errado, o positivo e o negativo. No entanto, esse desenvolvimento não acontece naturalmente. Precisa ser estimulado. Como conseguir tempo para isso? Levando em consideração a realidade em que grande parcela de pais e mães trabalha período integral e tem menos tempo para se dedicar aos filhos, o autor aponta soluções que podem garantir a manutenção do vínculo familiar e do desenvolvimento integral da criança, na etapa mais importante de aprendizado, com reflexos positivos para todas as fases da vida.
Apenas na última década, o número de crianças com idade inferior a três anos que fica em berçários, maternais e creches quadruplicou. O tempo longe da família também aumentou: milhões de bebês passam até dez horas por dia, cinco dias por semana, a cargo de profissionais.
Em Criando bebês felizes, o terapeuta familiar Steve Biddulph analisa as necessidades fundamentais durante a infância e alerta: os pais devem redobrar os cuidados e a atenção nos primeiros 36 meses de vida, participando ativamente da educação formal, dos estímulos dos sentidos e do desenvolvimento das crianças. O valor mais importante para a criança nesta fase é o amor. Um princípio fundamental da psicologia.
Ao se desperdiçar essa oportunidade, surge a possibilidade de uma geração de pessoas mais frias, introspectivas, deprimidas e estressadas. Com linguagem clara e concisa, o autor mostra que o relacionamento mais importante e duradouro que podemos estabelecer ocorre nesta etapa, quando são bebês. Sem colocar culpa em mães e pais que trabalham muito, Biddulph propõe uma reflexão sobre o fato e o que podemos fazer por nossos filhos nesta etapa do desenvolvimento.
Apesar de ser um livro de consulta, Criando bebês felizes possui também uma mensagem política. Na indústria de aconselhamento aos pais - que inclui diversos tipos de revistas, canais de TV e livros - muitas vezes esses veículos têm um produto a vender ou uma linha ideológica a promover. Desta forma, o autor considera que poucas pessoas deste segmento estão realmente falando em nome das crianças. “No entanto, minha responsabilidade como educador e psicólogo é ser honesto e difundir as descobertas e os conhecimentos atuais sem censura ou falsidade”, desabafa Steve Biddulph.
Criando bebês felizes não tem a pretensão de mudar a mente das pessoas inflexíveis, mas falará àqueles que sentem que algo está errado, que estamos gerando adultos com mais problemas emocionais que no passado. É uma mensagem forte destinada aos que desejam uma vida familiar mais rica e com mais amor do que a que foi imposta pelos padrões atuais.
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Brincadeiras Para Chá de Bebê

Tradicional, o chá de bebê é um ritual consagrado e deve ser organizado pela futura mamãe, onde reúne suas melhores amigas e familiares mais próximas, para celebrar junto com ela essa fase tão especial em sua vida. E dar uma forcinha com o enxoval do baby que está a caminho. Divertido, o chá de bebê é sempre um evento garantia de momentos hilariantes e muitas risadas. Que, com certeza, ficarão marcados para sempre na memória da gravidíssima na época, e das participantes da farra.
Está para organizar um chá de bebê, mas anda meio sem idéias de brincadeiras legais para fazer na ocasião?
A gente te ajuda, é só escolher algumas das brincadeiras desta lista, que é sucesso na certa para sua festinha!
- Dando nomes para o bebê:
pegue folhas de sulfite e caneta. Cada participante terá cinco minutos, para escrever os nomes de itens para bebê. Vale roupas e acessórios. No final de 3 minutos, a que tiver o maior número desses itens ganha uma lembrança. Que pode ser bombons, pirulitos, balinhas, etc;
- Como será o bebê? Pegue várias revistas de bebê, tesouras papel sulfite e cola. Separe grupos de 3 a 5 pessoas. Cada grupo irá recortar figuras de bebê, que mais achem que será parecido com o que vai nascer. Aparência, cor dos olhos, tamanho do bebê, cabelo, etc, e colam na folha de papel sulfite. A mãe (sem saber quais fotografias são de que grupo) decidirá qual acha que mais se identifica ao bebê que ela espera. Do grupo vencedor, cada participante recebe um chocalho;
- Nunca diga “bebê”!
Arrume uma fita grande para ser usada como colares, e coloque chupetas na ponta, rosa se o bebê for menina e azul se for menino. Conforme as convidadas forem chegando, peça para elas colocarem o colar no pescoço e que a partir daquele momento não digam a palavra “bebê”, pois se disserem, quem ouvir, toma o colar para si. No fim, a convidada que tiver o maior número de colares, ganha um brinde, que pode ser uma caixa de bombons, por exemplo;
- Passe a fralda!
Suje uma fralda descartável de chocolate derretido – fazendo de conta que o bebê sujou -, coloque uma música e passe a fralda entre as participantes. Quando a música parar, a que estiver com a fralda, sai da roda. Vá continuando até sobrar apenas uma com a fralda na mão. Ganhar um brinde? Não… Ela terá que cantar uma música de criança!
- Onde está o doce?
Pegue 5 fraldas descartáveis e cinco doces diferentes. Coloque cada um em uma fralda, feche-a e misture. Divida as participantes em equipes e cada uma terá que acertar onde estão os bombons; O time que acertar o maior número, ganha. O brinde pode ser os próprios bombons;
- Mães famosas:
com folhas de papel e caneta, divida as convidadas em grupos, ou faça individualmente. Cada time ou pessoa deve escrever o maior número de mães famosas. Brasileiras ou estrangeiras, atuais ou que já morreram. Dê um tempo de 3 minutos. Quem tiver escrito o maior número, ganha um prêmio;
- Qual é a música?
Escolha CDs com musicas infantis conhecidas , toque um trecho e pare. As participantes devem tentar adivinhar. A que acertar ganha um brinde. Mas toque apenas o começo da música ou um trecho no meio. Tem que ser bem pouco, senão podem adivinhar rápido.
por: Malanny Serejo
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Pai presente na gravidez reduz risco de mortalidade infantil
A presença do pai é fundamental até mesmo durante a gestação, segundo uma pesquisa da Universidade do Sul da Flórida, dos Estados Unidos. Pode ajudar a reduzir o risco de morte durante o primeiro ano de vida do filho.
Os cientistas examinaram os registros de todos os nascimentos na Flórida de 1998 a 2005 (mais de 1,39 milhão de nascidos vivos). A participação do homem foi definida pela presença de seu nome na certidão de nascimento. Apesar de essa medida não avaliar qual o nível de envolvimento dele ao longo da gravidez, estudos anteriores indicam que o fato torna mais provável alguma forma de acompanhamento antes de a mãe dar à luz.
Bebês com pais ausentes tiveram quase quatro vezes mais chances de morrer no primeiro ano do que os com pais ativos. Também apresentaram maior probabilidade de nascerem abaixo do peso e do tamanho, e prematuros.
Parceiros participativos poderiam diminuir o estresse emocional das gestantes, como disse a autora da pesquisa, Amina Alio, ao jornal Daily Mail. As mulheres sem companhia e que esperam filhos ficam mais suscetíveis a doenças (como anemia, pressão arterial elevada e eclâmpsia), a fumar na gravidez e a realizar pré-natal inadequado. A publicação Journal of Community Health divulgou as descobertas.
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